Por Redação
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| Foto Policia Federal - Aquivo |
De acordo com a polícia, o suspeito ocupava uma função principal na aplicação das provas. Como coordenador, tinha acesso aos malotes e, segundo a PF, quebrava o sigilo antes dos exames.
O conteúdo das provas era repassado a um grupo, que distribuía respostas para candidatos que pagavam pelo serviço.
A justiça identificou o suspeito por meio do codinome em mensagens interceptadas na operação.
Ele foi alvo de mandado de busca e apreensão, mas não foi preso. A operação tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa que atuava em vários estados. Segundo a Polícia Federal, o grupo transformava concursos públicos em um esquema clandestino de venda de vagas.
A estrutura funcionava da seguinte forma: alguns integrantes tinham acesso às provas, outros faziam a comunicação com os candidatos e havia ainda quem cuidasse dos pagamentos.
Entre os presos, está o delegado-geral da Polícia Civil de Alagoas, suspeito de pressionar integrantes do grupo para obter vantagens para terceiros.
Segundo a PF, o esquema funcionava há anos e cobrava valores altos pelas aprovações, com pagamentos feitos em dinheiro e até bens.
Portal Correio

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