Artista francesa faz exposição imersiva na Estação Ciência sobre memória, espiritualidade e território
Por Redação
Mostra reúne ainda uma instalação com mais de 50 fotografias
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| Imagem/Divulgação |
A obra contempla um filme documental de 45 minutos, exibido em uma instalação que remete às televisões públicas presentes em praças brasileiras na década de 1980, criando um ambiente coletivo de escuta.
A mostra reúne ainda uma instalação com mais de 50 fotografias, com impressões experimentais em papel de algodão, além de outros trabalhos distribuídos no espaço. A exposição marca um período de muita pesquisa e aprimoramento para a conclusão do material final por parte da artista.
Desenvolvido a partir de uma imersão no Nordeste brasileiro, o projeto dialoga com saberes ligados à Ciência da Jurema, evidenciando dimensões simbólicas e culturais do território, entre crenças, presenças e formas de resistência.
Romane é fotógrafa e artista francesa, baseada em Bruxelas, na Bélgica. Seu trabalho se desenvolve entre Europa, Brasil e Oriente Médio. Atuando na interseção entre fotografia documental e narrativa, desenvolve projetos de longo prazo voltados à memória, ao exílio e à transmissão de identidades diaspóricas. Sua prática envolve comunidades marcadas por deslocamentos, injustiças históricas e apagamento cultural.
A exposição conta com curadoria de Serge Huot, diretor da residência de arte Arapuca, localizada no Conde.
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